segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Vai passar.

Vamos ter força pra seguir em frente. Lembrar de tudo com um sorriso no rosto e não com tristes lágrimas. Foi tudo lindo, apesar de tudo. Foi um amor grandioso, único, um amor que superou as barreiras e expectativas dos que assistiam. Mas hoje ele é diferente, ainda que exista firmemente, ele sufoca e é doentio. Preciso dar uma chance a mim mesma, viver uma nova vida, desbravar um novo mundo. Não sabia o quanto era difícil, mas todo recomeço é assim. Aceitar novas verdades, nova rotina, aceitar o incerto. O medo me domina, mas eu vou superá-lo. Eu preciso. Te desejo as melhores coisas do mundo, pois apesar de tudo, meu carinho por ti ainda é enorme. E te agradeço por todas as risadas, viagens, brincadeiras, todos os momentos únicos do nosso mundinho, pelas novas experiências, pelo ombro, pelas palavras, pelo que crescemos juntos, pelo enorme amor que nos supria, de todo meu coração, um muitíssimo obrigada. Sempre serás especial e terás um lugar guardado no meu coração. Mas agora estou partindo e sem saber quando volto. Agora um novo futuro me espera. Se cuida, doce.

Ainda há vida.

Aconteceu. Por um momento, achei que não fosse conseguir. Difícil viver esse incerto, quando você tinha tudo aquilo que te fazia sentir em casa. Mas foi inevitável, e tive que ir seguindo em frente, sem saber o que ia acontecer. Tudo tão desconhecido. Repensei diversas vezes, quase todas querendo voltar correndo pro abraço teu. Me manti firme, e descobri que ainda há vida.
Há vida do outro lado. As flores ainda brotam, o sol ainda nasce encantadoramente, a lua ainda me sorri de volta. A juventude só está começando, tenho tanto pra viver, tanto pra aprender, conhecer. Penso só em tirar de tudo, as boas lembranças e tudo que amadureci.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Don't leave...

As coisas pareciam dar certo. Tudo e todos em plena harmonia. Todos nós, amigos, felizes e amando - pelo menos aparentemente. Viajamos, sorrimos, cantamos, dançamos, bebemos, beijamos. Aí a vida vem, mais uma vez, pregar uma surpresinha inesperada. Primeiro um, depois outro, e outro. Pareceu uma despedida. Acabaram-se os sorrisos e toda aquela alegria, acabaram todos os dias como aqueles. Sofri pelos meus amigos, pela tristeza e dor em que passaram. Se eu pudesse imaginar que coisas assim iriam acontecer, pararia aquele momento eternamente. Pela amizade, pela união, pela felicidade, pelo amor. Será que dias assim não voltarão mais? Com eles, exatamente eles. Não, não será mais a mesma coisa.
E surpreendentemente, como tanta gente duvidava, só restamos nós dois. Os mais problemáticos e difíceis. Nós, aqui, ainda assim juntos. O mesmo amor, a mesma vida. Tenho medo, o que aconteceu foi uma prova de que tudo realmente pode acontecer. De uma hora pra outra ou de uma hora prolongada pra outra. Não podemos deixar, como estamos tentando não deixar desde sempre.
E te peço, encarecidamente, não me deixes ir embora. E não te deixo ir embora.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

De tanta coisa.

Saudade do que já foi
Saudade do que não foi
Saudade do que virá
Saudade do que não virá.

Saudade de todas as formas, tamanhos e cores.
Saudade azul, vermelha, amarela e roxa.
Saudade que aperta.
Saudade que liberta.
Saudade...

domingo, 27 de março de 2011

Meu problema é amar demais.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Hurricane full of lies.

Quer um conselho? Não minta.
A verdade sempre chega, de uma forma ou de outra. Você estando preparado ou não. E o que pode ser um alívio, pode também ser um balde de água fria. Por mais dor que cause, decepção ou o que for, é sempre melhor saber a verdade, o quanto antes melhor. Não adie, não prolongue, não aumente. Vai ser melhor para todos, garanto.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Puffffff

Ando assistindo muito Dexter, e para quem conhece, ele é um homem sem sentimentos. E eu paro pra pensar, será que é melhor viver sem sentimentos? Será que não sentir a dor é melhor do que sentir o amor? Não, acredito que não. Dor faz parte da vida. Eu realmente não gostaria de trocar esses sentimentos. Mas... Sinto que minha medida de dor é extremamente exagerada, não física - que pode até ser -, mas aqui dentro quando alguma coisa dói, é devastador. Quando alguma coisa ama, também é devastador. Já fui mais forte, e não sei como voltar a ser daquele jeito. Eu tinha um suporte admirado, aguentava trancos e barrancos e sempre me mantive equilibrada, muito além para a minha idade. De uma hora pra outra, não tão rápido asism , perco minha base por qualquer coisinha. O que é que tá acontecendo? O que aconteceu? Eu preciso de um psicóloco, meu deus, fico falando essas coisas num blog e é isso. Não tenho respostas de nada, não tenho um rumo ou caminho, preciso de ajuda, é.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Novo


É, mais um ano chegou. Não posso dizer que 2010 foi um ano bom pra mim, porque não foi. Sem querer excluir os momentos felizes que eu passei, eles existiram sim. Foram ótimos, intensos. Mas parece que os piores momentos venceram a disputa. Foi um ano difícil. Ano de perdas, separações, afastamentos, confusões, barreiras, dificuldades, incertezas, estresses, emoções, nervosismo, traições, agressões. Posso classificá-lo como o segundo pior ano de minha vida, depois de 1998. Mas chega de falar sobre esse ano que foi embora, mais do que na hora. Acho que não vai ser difícil 2011 ser melhor. E eu realmente espero que seja, porque assim eu num guento. haha Espero muita paz. É o que mais anseio. Paz. Quero paz em minha vida. Depois, saúde para todos, pitadas de amor, união, e todas aquelas coisas boas. E é isso, venha com tudo, 2011. Au revoir, até a próxima.