sábado, 30 de junho de 2012

À nossa maneira.


Evolui, no tempo certo. Só faz crescer... Peito expande, coração. Acima de tudo, até da razão.
Tem calma. À nossa maneira, é mistério. Como acontece, quem sabe? Mas sente. E aumenta, e tanto... Fica quase completo.
Na parede, filmes naturais formados por uma fresta de luz. Em cores, quem diz? É aquilo de novo, mistério. O relógio parece até fugir e só voltar depois. Vês! O tempo parou num momento. Mas já? Escureceu. Clareou.
É que, com você, até fazer nada é fazer tudo, tudo certo.
Te preciso, agora, meu bem. Te quero!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Vai, desprende...

Não machuca, por favor. Solta, um pouco, se solta. Desprende. Olha! Eu tô aqui. Sempre, todo o tempo. E você, onde está? O que pensa, em quem pensa? Esqueceu? Continua. Decide. É porque às vezes dói. E parece uma ligação misteriosa que não vai embora. Não vai. Seria um carma? Que nem é meu. Aí pesa, e como pesa. Até quando? E tudo? Difícil deixar acontecer, difícil esperar pelo que talvez nem há. Ou há? E quem sabe, e quem irá dizer? Tento naufragar os pensamentos, em vão. Eles vagam pelo mundo todo, dando um milhão de finais. Um milhão de histórias diferentes, com desfechos diferentes. E qual deles faço parte? Deixa ir embora... Vem comigo. Mergulha no novo, cai de cabeça. Só tenho medo. Medo de me afogar.